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A Vida Vale a Pena
(I Believe in Love)
(Guilherme Arantes / Nelson Motta)
Quero ouvir de novo
a sua voz
Dizendo meu amor
Essa vida vale a pena, vale mais, é bem melhor perto de ti
Mais leve, mais suave, mais alegre de viver
Seja no sim, seja no não,
Quero estar contigo nessa estrada
Quero estar sempre a teu lado
Vivendo pra contar
Minha história de verdade
Tantas coisas que eu não posso esquecer
Que bem ou mal me fazem ser do jeito que eu sou
Seja no sim, seja no não
Quero estar contigo nessa estrada.
Luzes que se acendem outra vez
Clareando a escuridão
A voz do coração
I believe in love (coro)
Quanto mais te vejo quero mais
Te abraçar e te beijar
Ouvir a tua voz
I believe in Love (coro), i believe in love
I believe in love (coro)
Quero ouvir de novo
a sua voz
Dizendo meu amor
Essa vida vale a pena, vale mais, é bem melhor perto de ti
Mais leve, mais suave, mais alegre de viver
Seja no sim, seja no não,
Quero estar contigo nessa estrada
Luzes que se acendem outra vez
Clareando a escuridão
A voz do coração
I believe in love (coro)
Quanto mais te vejo quero mais
Te abraçar e te beijar
Ouvir a tua voz
I believe in Love (coro), i believe in love
I believe in love (coro) |
No Mel dos Seus Olhos
(Guilherme Arantes)
Eu vi no mel dos seus olhos
O ardor, a doçura na paz redentora da trégua
Longe do que mais perdi
Erros por onde eu morri pro arco-íris entrar
No mel dos seus olhos
No abrigo da guerra dos dias das tardes vazias
Cura à procura de mim
Chuva a jorrar no jardim até o céu clarear, por encanto...
E o sol, por enquanto...
Na estiagem do azul
Tépida aragem do cio
Ao provocar nossos anjos guardar proteção
Aos espelhos da mente,
Nas lentes fractais do coração
Na estiagem do azul, terceira margem do rio
Ao provocar nossos anjos jurei não chorar nunca mais...
Nunca
mais...
Mas... o cotidiano também vai expor
Que nas platitudes tão bem escondeu
Os nudes da alma que o sonho dourado vestiu
Vicissitudes que a vida ordinária imprimiu
Backups de um álbum que a luz da memória sem tato velou
Mas na porta entreaberta em que o vento soprou
Na temeridade em que esse amor eterno durou
Nas falhas discretas, humanas, que se perdoou
Folhas secretas de artes e manhas que se emoldurou
Comédias e dramas que a moral da história sequer cogitou
Mas... a palavra mais certa do amor é esperar
Pela verdade mais lenta e sutil de se dar
Rezar em silêncio no escuro do altar interior
Fazer dos pequenos momentos fugazes a glória maior
Os traumas e vícios fizeram as pazes
No mel dos seus olhos.
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Minúcias
(Guilherme Arantes)
Quem nesse mundo pra falar
Sobre os mundos de nós dois
Nossas vidas tão bem compartidas
Também desencantos aos cantos do amor?
Eu juro que não... ninguém nunca vai saber
As minúcias, os porquês
As delícias, as dores, o tempo das flores,
Os ventos, as brumas e o sol... mais secreto...
Que abriu suas luzes
Pra sermos felizes
De um jeito tão nosso que só cabe a nós!
São
pessoas, são lugares
De onde o amor resistiu aos olhares
E partiu pra brilhar... (bis)
O amor venceu,
o amor venceu
Ah! o amor venceu!
Quem nessa
hora pra julgar
Nem se arvora em nosso mar
Onde as ondas festejam quebrando as correntes
No spray das espumas de sal...
Sem remorso ou destroços do tempo...
Que fica no limbo em que se proibiu...
O que em nós libertou.
São
pessoas, são lugares
De onde o amor resistiu aos olhares
E partiu pra brilhar... o amor venceu, o amor venceu
Ah! o amor venceu!
São
pessoas, são lugares
E o rancor no fuzil dos olhares
Vendo o amor que venceu
O
amor venceu, o amor venceu
Ah! o amor venceu!
São
pessoas, são lugares
De onde o amor resistiu aos olhares
e partiu pra brilhar
O
amor venceu, o amor venceu
Ah! O amor venceu! |
Libido da Alma
(Guilherme Arantes)
Desapego
Pois não preciso mais lembrar tudo que é desafeto
Quando estiver mais leve e prosseguir de peito aberto
Se a tarde raiar
E a noite soprar
O prazer no vento
Vem me dizer que ainda existe um tempo a ser vivido
Que o mundo é um continente virgem por ser descoberto
Libido da alma
Na inquietação calma
Floresce o
amor em cada lírio
Dos vales onde eu semear
Resiste a paz em cada olhar
Na criança que sorriu
Passarinho que cantou
Posso estar só... Feliz! (bis)
Desapego
Que é pra desamarrar o nó, todo desassossego
A natureza livre do meu sonho não tem medos
Se a tarde raiar, e a noite soprar...
Floresce o
amor em cada lírio
Dos vales onde eu semear
Resiste a paz em cada olhar
Na criança que sorriu
Passarinho que cantou
Posso estar só... Feliz!
Desapego... |
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Intergaláctica Missão
(Balada Interdimensional)
(Guilherme Arantes)
O meu destino em te buscar
Cada instante em que eu viver
É igual à órbita de um sol
Diminuto grão de luz
Eu, por mais senhor do espaço
No meu poder magistral
Do meu sistema dominar
Poeira interestelar
Meu equilíbrio é você
Bilhões de sóis orquestrais
Cada noite em que eu reger
A Intergaláctica missão
Intergaláctica missão
Sou dissonante ao decifrar
Cada acorde em que eu te ouvi
Sou míope ao dimensionar
As fronteiras que me abri
Eu, jamais seria o centro
Que houvessem dentro de nós
Os primórdios da criação
Tocassem discos de acreção
Pro eterno amor implodir
Bilhões de sóis orquestrais
Cada noite em que eu reger
A Intergaláctica missão
Intergaláctica missão
Balada Interdimensional (coro)
Meu equilíbrio é você
Bilhões de sóis orquestrais
Cada noite em que eu reger
A Intergaláctica missão
Intergaláctica missão
Balada
interdimensional (coro)
A Intergaláctica missão
Intergaláctica missão
Balada
interdimensional (coro)
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Enredo de Romance
(Guilherme Arantes)
Vem, me traz teu sonho
Vem, me faz um bem tamanho
Vento na janela
Entra o sol no seio dos meus medos
Tantos arremedos de
Coragem de ir em frente
Enfrentando as sombras que criou
No tempo em que sofreu
O amor jamais ser mera distração
O apego siamês da solidão
Tão voraz de alento e proteção
O ego dissolvendo em compaixão
Enredo de romance... enredo...
Enredo de romance... de romance...
Onde embarca a sorte
Numa relação mais forte
Abarca um novo ninho
Faz chocar o mapa de um caminho
Todo um jogo que se monta
Ninguém vem sozinho
Sempre inventa um combo pra enredar
Erguendo a mão pro céu
Do amor jamais ser mera distração
O apego siamês da solidão
Tão voraz de alento e proteção
O ego dissolvendo em compaixão
Enredo de romance... enredo...
Enredo de romance... de romance...
Erguendo a mão pro céu
Do amor jamais ser mera distração
O apego siamês da solidão
Tão voraz de alento e proteção
O ego dissolvendo em compaixão
Enredo de romance... enredo...
Enredo de romance... de romance... |
O Prazer de Viver Para
Mim é Você
(Guilherme Arantes)
Foi por você a mais
linda canção
Que me veio brindar ao nascente do sol
Do inocente verão que o outono levou
Para sempre ficar no eterno presente
Em meu coração em mistério e magia
Em suave paixão de perfume e poesia
Foi preciso sofrer para a vida ensinar
Que o prazer de viver
Para mim é você...
Tive sua luz a me
despertar
Aprendendo a crescer, me deixando guiar
Pelo toque da mão o fascínio, o condão
Pelo fato do amor ter sempre razão...
Me vi envolver em mistério e magia
Em suave paixão de perfume e poesia
Foi preciso sofrer para a vida ensinar
Que o prazer de viver
Para mim, é você... |
Luar de Prata
(Guilherme Arantes)
Onde vai luar de prata?
O que há em nosso olhar? (bis)
Onde vai o luar de prata
Que há em nosso olhar
Todo aquele brilho terá sido em vão
Que o mundo não vibrou no mesmo grau de pureza
Ao carinho em nossa grandeza
Tanta beleza estará pra sempre
O que há em nosso olhar?
Onde mais ir buscar sentido
quando olhar pra trás
Dispersando o foco ao apagar daquela luz
Que um dia nos flagrou
Tão clarividentes do amor
Corpos tão ardentes
Tempos difratam versos felizes
Diversos matizes em todas as direções
O que há em
nosso olhar?
Quero amar você
Sorver no ar
Sofreguidão
Do primeiro beijo ao tocar em meus lábios
Quero o frenesi
Que o olhar em ti
Descortinou
Minhas fantasias mais tolas
E melodias, danças dolentes e adolescentes
Que a idade e a saúde jamais furtarão de nós
O que há em
nosso olhar?
Onde vai o luar de prata
Que há em nosso olhar
Todo aquele brilho terá sido em vão
Que o mundo não vibrou no mesmo grau de pureza
Ao carinho em nossa grandeza
Tanta beleza estará pra sempre
O que há em
nosso olhar?
Onde mais ir buscar sentido
quando olhar pra trás
Dispersando o foco ao apagar daquela luz
Que um dia nos flagrou
Tão clarividentes do amor
Corpos tão ardentes
Tempos difratam versos felizes
Diversos matizes em todas as direções
O que há em
nosso olhar?
Quero amar você
Sorver no ar
Sofreguidão
Do primeiro beijo ao tocar em meus lábios
Quero o frenesi
Que o olhar em ti
Descortinou
Minhas fantasias mais tolas
E melodias, danças dolentes e adolescentes
Que a idade e a saúde jamais furtarão de nós
O que há em
nosso olhar?
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Sob
o Sol
(Guilherme Arantes)
Correm trilhas invisíveis sob os pés
Acorrentam milhas impossíveis de um destino torto
Queimam a velha chama em contas a prestar
Qualquer porto é muito aquém de um oceano navegado
Restam milênios por segundo pra encarar
Que está morto, com seu leão por dia, o grande herói do mundo
Rezam as lendas de uma redenção aterrissar dos céus
Em desertos de arenosa solidão... sem paz...
E ao olhar o breu ao seu redor
Se espelhar no caos que habita a própria dor
De sequer poder fugir de um corpo, um tempo,
E a Terra, por enquanto, é uma prisão
Por distâncias tão improváveis de seguir
Nosso fluido etéreo, em todo o existir
Na real, é um elo, e o elo não contém
O todo pra entender...
Sob o sol ... Sob o sol
Mesmo em paragens mais remotas do Big Bang
São cadeias de acontecimentos
Fragmentações a esmo
Num grande espasmo infinitesimal vibratório
Partículas de um quase nada em quântico berçário
Dentro de nós, lacunas abissais
Nos separam de qualquer substância
E alguma instância nobre...
Rezam as lendas de uma redenção aterrissar dos céus
Em desertos de arenosa solidão... sem paz...
E ao olhar o breu ao seu redor
Se espelhar no caos que habita a própria dor
De sequer poder fugir de um corpo, um tempo,
E a Terra, por enquanto, é uma prisão
Por distâncias tão improváveis de seguir
Nosso fluido etéreo, em todo o existir
Na real, é um elo, e o elo não contém
O todo pra entender...
Sob o sol ... Sob o sol
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O
Espelho
(Dos Descartes)
(Guilherme Arantes)
Já
nem sei se eu penso...
Já nem sei que existo...
Se descarto tudo
Que aprendi estar perdido...
Narciso em
meu retrovisor é o mais cruel parceiro
De hora em hora, dia após dia, meses, anos, fases a fio...
Metamorfose em progressão, me vejo acostumado
A ir levando o rastro de fogo, vivo o espectro de um pavio
Por acaso acordo muito tarde
Me lembro o quanto a idade dói
Quando a corda rói nas entranhas como sói acontecer...
Com tudo o que retrata o ser humano,
Diante do espelho sempre descrê
Se eu não creio em tudo o que vejo, tanto que eu desejo viver... Já
nem sei se eu penso...
Já nem sei que existo...
Se descarto tudo
Que aprendi estar perdido...
Meu ser
reprogramado é triste e só
Obediente em paz
Sou um pedaço de um pesadelo, replicante nunca mais
Beligerantes cromossomos viram pó, Inocentes todos somos nós
Reverentes diante dos Totens, ordens podem nos dominar. Já
nem sei se eu penso...
Já nem sei que existo...
Se descarto tudo
Que aprendi estar perdido...
O herói
que eu fui, e que foi pro espaço
No lapso do ontem pro amanhã
Noves fora nada, a vida é o agora
No espelho, a estrada sempre indo embora |
Puro Sangue
(Libelo do Perdão)
(Guilherme Arantes)
Sou o sopro da manhã
Na direção do sol
Do novo azul que se levanta
Sou o olhar que libertou a luz de todo amor
A espada mais cortante e santa
Sou o avesso do poder
Que o mundo quer fazer
Que tudo ande pra trás
E a vida obedecer
A ritos ancestrais de puro sangue...
Sou libelo do perdão
Escrito pela mão
Sagrada do Avatar
Que está em todo lugar
E a todo tempo, dentro de nós
Vem cantar, que os
astros
São nossos sonhos
Vem cantar, que ninguém há de secar...
A alegria de escolher
Qual a fonte dos nossos desejos (bis) |
Toda Felicidade
(Guilherme Arantes)
Toda felicidade
Que o tempo guardasse
Pro Universo rimar
Num poema, nos abraçasse
Em forma de luz
Nos esplendores sem dor
Nos vãos da memória
Que nos resgatassem
De onde as sombras pudessem
Voar de volta pro sol
Em festa de luz
Todas as cores
Que um dia uma nuvem de cinzas cobriu
Descobriu que eu seria só teu
Sem pensar
Que era meu o destino...
Que fosse o meu desatino te amar
Ainda mergulharia feliz
Revivendo nós dois
Quando acordo, eu sonhei...
Tudo outra vez...
Infinitos cenários
Reprises de um filme
Nosso enredo sublime
Do amor, tão louco, o ciúme rasgou
Seu gume cortou
Todas as cores
Que um dia uma nuvem de cinzas cobriu...
Descobriu que eu seria só teu
Sem pensar
Que era meu o destino...
Que fosse o meu desatino te amar
Ainda mergulharia feliz
Revivendo nós dois
Quando acordo, eu sonhei...
Tudo outra vez...
Toda felicidade...
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